quinta-feira, 3 de junho de 2010

André Villas Boas

NomeLuís André Pina Cabral Villas Boas
Nascimento1977-04-04 (33 anos)
NaturalidadePorto

André Villas Boas iniciou-se no mundo do futebol como olheiro do FCPorto, na altura em que Bobby Robson treinava a equipa principal.


Passou depois pelas Ilhas Virgens enquanto responsável pelo futebol juvenil, para voltar ao FCPorto, desta vez a convite de José Mourinho, tendo as funções de olheiro. Enquanto olheiro na "era Mourinho", a sua função era a de observar os adversários. Sabe-se que as análises de André Vilas Boas eram de enorme precisão, utilizando já tecnologias vídeo e recorrendo à informática. Desta forma continua na equipa técnica do "Special One" no FCPorto e depois no Chelsea. Mais tarde, muda-se para o Inter de Milão acompanhando Mourinho, mas desta vez como treinador adjunto.


Em 2009 Villas Boas inicia o seu primeiro projecto enquanto treinador principal ao serviço da Académica.


A ascensão continua e André Villas Boas prepara agora em 2010 a época 2010/2011 ao serviço do FCPorto.


Benvindo, e boa sorte campeão!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

João Querido Manha devia ter vergonha!

Este "jornalista" que veste a camisola vermelha:

João Querido Manha: O incrível Guerrero


"Se Hamburgo fosse Portugal, o jogador Paolo Guerrero já sabia que iria sofrer uma suspensão da Liga entre 1 a 4 jogos, por ter atirado com uma garrafa de água a um espectador, mesmo à entrada do túnel do seu estádio. Com parecer jurídico de algum catedrático, talvez lhe conseguissem reduzir a suspensão, considerando que foi provocado de forma acintosa e inaceitável pelo público agredido. Porque, pela luso-jurisprudência desportiva, quem levar provocações para casa não é filho de gente fina.

Embora não restem dúvidas que, apesar da barreira de "stewards" à entrada do túnel, foi à cabeça de um elemento do público que ele fez pontaria, o problema de Guerrero é Hamburgo situar-se no Norte da Alemanha e pertencer à Bundesliga, o mais sério, competitivo e transparente campeonato nacional de futebol.

Por enquanto, não se conhece o castigo a aplicar-lhe pela Bundesliga, mas não deixará de servir de azimute aos sucessores de Hermínio Loureiro que pretendam rever, mais uma vez, os regulamentos da Liga. Sempre pouparia trabalho ao Conselho de Justiça da FPF, para não ter de andar a cirandar pela Europa quando voltar a necessitar de exarar uma incrível sentença à medida dos clientes, como aconteceu recentemente com o notável acórdão de reabilitação do obscuro Sapunaru e do cintilante Hulk.

Pode até acontecer que os alemães, intransigentes defensores da verdade desportiva, apresentem soluções mais favoráveis a um jogador que agrida o público e não sejam tão radicais contra o que, por incrível exagero, no futebol português ainda se considera uma "infração leve".

Para já, o azar do avançado peruano em relação à cidade e país que escolheu para desenvolver a profissão vê-se nas duas sanções (públicas) absolutamente desproporcionadas e inaceitáveis, à mesura da jubilada justiça desportiva portuguesa:

1 - Mal tinha atravessado o túnel e chegado à cabina, já o presidente do clube, um tal de Bernd Hoffmann, mostrando não ter perfil para dirigir qualquer emblema em Portugal, aparecia aos jornalistas a dizer que o ato de coragem do incrível peruano era "totalmente inaceitável" e que Paolo Guerrero iria "pagar as relevantes consequências", acrescentando ainda um inaceitável comentário: "Isto não cabe no futebol."

2 - E no dia seguinte, de cabeça fria, o próprio Paolo Guerrero teve de se chegar à frente e, com um nó na garganta, procurar minorar os custos da corajosa agressão em entrevista à televisão do clube, pedindo desculpa repetidamente pelo seu incrível comportamento.

Aos olhos da justiça desportiva portuguesa, Paolo Guerrero seria um grande herói digno do nome e da linhagem. Tivesse ele escolhido um clube, um estádio e "público" lusitanos, e não só não teria de pedir desculpa a ninguém, como ouviria a sua incrível reputação cantada por vinte ou trinta mil adeptos, mereceria toda a compreensão e reconhecimento de treinadores, dirigentes e comentadores encartados e, eventualmente, não deixaria de ser recompensado com melhoria contratual e uma cláusula de rescisão digna de um peso-pesado. Poderia até receber o cinturão de incrível, mas autêntico, campeão do túnel."

Pois na Alemanha demoraram 4 dias a decidir! 4 dias! E o resultado não poderia ser mais esclarecedor do quão turva está a visão dos fundamentalistas encarnados, em especial a deste dito "jornalista"!

Hamburgo: Guerrero suspenso

O avançado peruano Paolo Guerrero, do Hamburgo, foi hoje punido pela Federação Alemã de Futebol (DFB) com cinco jogos de suspensão e uma multa de 20 000 euros, por ter atirado uma garrafa contra um espetador.

O incidente ocorreu quando Guerrero se encontrava a caminho dos balneários no empate entre o Hamburgo e o Hannover (0-0) e, perante os assobios do público, atirou com uma garrafa de plástico, acertando na cabeça de um adepto.

A DFB considerou hoje que ficou provado que o jogador incorreu numa "agressão física contra um espetador, em resposta a uma provocação verbal".


4 dias a responder, e 5 jogos de castigo. Na Alemanha a secretaria não entra em campo!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Impugnar o pseudocampeonato!!



A decisão do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol em diminuir drasticamente a pena de Hulk de 23 jogos para apenas três acabou por significar que o atacante brasileiro esteve 14 (!) encontros a mais sem poder jogar.

Desde o dia em que Hulk foi suspenso pela Comissão Disciplinar (CD) da Liga, logo a seguir ao clássico com o Benfica, o internacional canarinho falhou 17 partidas, o último deles exatamente contra os encarnados, para a final da Taça da Liga (0-3).

Ao todo, foram nove desafios no campeonato em que o brasileiro esteve ausente, três na Taça de Portugal e cinco na Taça da Liga.

Segundo o castigo imposto pelo CJ da FPF, Hulk deveria ter regressado frente à Académica, para a Taça da Liga, partida realizado a...13 de janeiro, ou seja, há quase dois meses e duas semanas.

record.pt

Que não se calem!! Isto é do tempo da outra senhora!!
Haja vergonha!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Almanaque: Descubra as Diferenças

Descubra as difíceis diferenças entre imagens muito parecidas:
VS
Mais um difícil teste de imagens:
VS

Quem gostar de quebra cabeças pode-se entreter a tentar descortinar as diferenças....

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Futebol em Portugal...

Para reflectir num futuro entre 2009 e 2010 (futeboliteaguda.blogspot.com)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Olhando para o título!



Um jogo resolvido cedo como nós jogamos. Jogo para Jesualdo é marcar primeiro, e felizmente consegue-o com frequência.
Estamos a jogar à Jesualdo, ou seja, à campeões. Com um estilo de jogo por vezes controverso, mas sempre com a noção que a equipa está em campo seja com ou sem bola, cínica e letal, que encontrou nas explosões de Hulk e na incrível capacidade de finalização de Falcão, uma forma de aplicar a sua frieza degoladora.


Jesualdo Ferreira: «Tornámos o jogo fácil»

A vitória no terreno do Olhanense, por 3-0, em jogo da sétima jornada da Liga, foi o «encerrar de um ciclo difícil», na visão de Jesualdo Ferreira. Para o técnico do FC Porto, a equipa tornou «o jogo fácil», depois de obter uma vantagem de dois golos ao intervalo, mas teve de suar na segunda parte para manter (e mais tarde ampliar) o marcador.

Ciclo de três vitórias
«Da mesma forma que tornámos o jogo fácil na entrada, podíamos tê-lo tornado mais difícil na segunda parte. Houve uma quebra que é normal, depois de uma sequência de três jogos, com resultados favoráveis [vitórias sobre Sporting, Atlético de Madrid e Olhanense]. O FC Porto não conseguiu segurar a bola, o Olhanense colocou no meio-campo jogadores mais rápidos, experientes e potentes. No final, tivemos três ou quatro lances em que deveríamos ter marcado, não nos é permitido falhar aquelas oportunidades», declarou o técnico.

A importância da equipa
O avançado Falcão esteve mais uma vez em destaque, ao apontar dois golos, num total de sete tentos em sete jornadas da Liga. «O mais importante é a equipa. O rendimento, neste momento, é bom. Tenho oportunidade de fazer golos graças ao trabalho do grupo. O principal é ganhar coisas importantes com esta equipa, se vierem os golos melhor, estou contente por estar a vencer e a marcar», afirmou o colombiano.

fcporto.pt

domingo, 4 de outubro de 2009

Olhanense - FC Porto




Vamos ao Algarve, mas espero que não seja de férias! Vamos encontrar um "bicho" que será como sempre foi, um bicho!
Com cabeça saimos de lá com os três pontos...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Coma induzido por vias profissionais!

Estou de volta e cheio de vontade de escrever!
Este ano preparamos-nos para ser o Clube com mais títulos da História em Portugal!! É o ano da viragem, qual será o argumento dos galináceos depois de serem ultrapassados pelo colosso FC Porto?

Deparei-me com esta notícia no PUBLICO, de um pobre coitado com dificuldades de estômago:

FC Porto 2-0 V. Setúbal: O estranho caso do minuto 58

26.04.2009 - 22:33 Luís Octávio Costa

Minuto 58 do FC Porto-Vitória de Setúbal. De uma assentada, Leandro Lima e Bruno Gama foram substituídos por dois colegas de equipa. Coincidência ou não, Leandro Lima e Bruno Gama, jogadores emprestados pelo FC Porto ao Setúbal, estavam a ser os dois jogadores mais perigosos dos sadinos. Coincidência ou não, o jogo que estava empatado ganhou outra vida quatro minutos depois com o primeiro de dois golos de Lisandro (2-0). O tiro no pé de Carlos Cardoso deu uma segunda vida ao campeão nacional.

Alguém quer explicar a substituição? Pontaria de Carlos Cardoso, que na véspera até vaticinara uma “gracinha”? Sorte de Jesualdo Ferreira, que via o placard a andar para trás? “Com a saída dos dois jogadores, o FC Porto passou a ter mais espaço e mais linhas”, respondeu Jesualdo. “Já não atacavam com a mesma intensidade”, justificou Carlos Cardoso.

Antes de o jogo começar, os portistas aplaudiram a entrega a Bruno Alves do troféu A Bola/BES, que premeia o melhor dos três grandes no campeonato nacional. No final, aplaudiram Lisandro, autor de dois golos à ponta-de-lança que deixam o FC Porto com o avanço do costume. Pelo meio, aos 58’, fez-se silêncio no Estádio do Dragão, estupefacto com a sorte que lhes calhara na rifa.

Houve claramente um antes e um depois “minuto 58”. Antes, o ataque do FC Porto resumia-se a dois ensaios de Raul Meireles já na segunda parte (aos 47’ e aos 51’) e a um cabeceamento de Rolando (52’). Antes, o FC Porto tinha tido dois bons períodos de pressão, mas inconsequente. Antes, falava-se da falta que fazia uma cabeça (de Lucho) no meio-campo e músculo (de Hulk) na frente de ataque. Antes, o Setúbal era uma equipa modesta e humilde, mas concentrada e com Auri a varrer tudo lá atrás. Antes, Leandro Lima e Bruno Gama tinham tido a ousadia de invadir a área portista (e aos 40’, o português, com o consentimento de Tomás Costa, até podia ter marcado). Jesualdo Ferreira “esperava mais” da “largura” que dera ao seu ataque. Mas a prática não confirmou a teoria.

Depois, a equipa da casa, dona da bola durante quase 90 minutos, fez mais um assalto à baliza de Kieszek e marcou. Depois, o estádio despertou de um estado de letargia e apoiou os seus heróis, Lisandro à cabeça. Depois, o goleador argentino voltou a aparecer na cara do guarda-redes polaco para bisar e definitivamente colocar os três pontos no bolso do FC Porto, que volta a olhar para trás e a não ver o Sporting por perto.

Desde a 18.ª jornada que a Liga parece “Um Assassino pelas Costas”, primeira longa-metragem de Steven Spielberg, que acompanha uma extenuante perseguição de um camião a um ligeiro. Ganha o FC Porto, ganha o Sporting. Três pontos para o Sporting, três para o FC Porto. Esta série de vitórias partilhadas já vai em oito jornadas e só foi interrompida na 20.ª ronda, em que os dois clubes tiveram o seu duelo (0-0).

Com o 2-0 no placard, o FC Porto não tirou o pé do acelerador. Nem coisa que se pareça. Decorria o minuto 81 e Rodríguez acertou no poste. Nas bancadas, os espectadores exultavam. Gritava-se o nome de Lucho, de Raul Meireles, de Lisandro outra vez.

“Acho que ganhámos o jogo com inteligência e paciência”, disse no final Jesualdo Ferreira, anunciando o fim de um ciclo “difícil” de “muitos jogos seguidos” e deixando claro que as semanas que faltam não serão pêra doce. “Calendário nada fácil”, resumiu.

E chama-se este indivíduo de jornalista? Mas que raio de jornalismo é este? Este tipo deveria estar num qualquer tasco, mergulhado em cerveja, a chorar as derrotas e misérias do seu clube quando escreveu este texto.
Estamos atentos a este jornaleiro.
Fiquei também a saber que depois do APITO DOURADO não ter resultado em nada, o Pinto da Costa continua a ser um mal no futebol Português porque é como um eucalipto, e seca tudo à volta, não deixando nada para os outros. AHAHAAHAHAAHAHAHAHAHAH!

Saudações!

sábado, 4 de abril de 2009

Guimarães 1 - 3 FC Porto ::: Verdade Desportiva

Podem suspender jogadores imoralmente como fizerem. Podem aplicar suspensões. Podem arranjar processos e mais processos, comprar escritoras e exercer o poder da capital. Podem estrebuchar à vontade! Porque dentro das quatro linhas nós somos muito melhores e vamos continuar a ser! Esta é a verdade desportiva que eu conheço.

Rumo ao tetra!!

Modified by ACCM

Essência do Dragão ©Template Nice Blue.

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